Crianças com restrições alimentares teriam passado mal após consumo de leite oferecido em escola
Relatos de mães em Sarzedo estão levantando preocupações sobre a alimentação oferecida em uma unidade escolar do município, especialmente em casos que envolvem crianças com restrições alimentares.
De acordo com um dos relatos, uma criança com intolerância à lactose e diagnóstico de autismo teria passado mal após consumir leite em pó fornecido pela escola, mesmo com orientação prévia da família.
Segundo a mãe, o menino vinha apresentando episódios frequentes de vômito e precisou de atendimento médico. Ainda conforme o relato, o quadro evoluiu para um ressecamento intestinal, sendo necessária intervenção médica, além de inflamação no estômago.
A situação teria impactado diretamente na frequência escolar da criança. A mãe afirma que optou por não enviá-lo à escola em alguns dias por receio de novos episódios, e relata ainda ter sofrido pressão para assinar um documento de desistência.
Outro relato, também de uma mãe da mesma escola, aponta situação semelhante. Segundo ela, mesmo após informar a condição de saúde da filha, a criança continuou recebendo leite nas refeições. Em um dos episódios, a aluna teria passado mal dentro da escola, sem que a família fosse comunicada imediatamente.
Os relatos levantam questionamentos sobre os protocolos adotados para atender alunos com restrições alimentares e necessidades específicas.
Até o momento, não há posicionamento oficial da unidade escolar ou da administração municipal sobre os casos.
O espaço segue aberto para manifestação dos responsáveis.
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